quinta-feira, 9 de agosto de 2012

As vezes me sinto como um navegador! navegando sozinho indo em direção para horizontes incertos com medo do proprio destino, navegando em aguas desconhecidas apos ser obrigado a abandonar os mares calmos que eu tanto gostava e onde me sentia seguro.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

"Lembrar é fácil para quem tem memória. Esquecer é difícil para quem tem coração."
William Shakespeare
Tem dias que pensar em voce chega a doer!

domingo, 1 de janeiro de 2012

Feliz ano novo Fenix

Que onde voce estiver esteja feliz esteja lutando e ganhando, que saiba que eu so quero seu bem, e que apesar do silencio, nesses ultimos meses a saudade me da a certeza que um dia a gente vai se encontrar e riremos de tudo e de todos! FELIZ ANO NOVO MORANGO!

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Para voce

Dormir

Ei você
Bem lá longe
Você pode me ouvir
Você está aí

Eu sei que está tarde
Então por favor perdoe minha insistência
Mas eu estou me segurando
Você se importa

Então encoste-se
Cancele o ataque
Porque se você olhar profundamente
Sonhos não são nada que eu não tenha
E tudo que eu procuro
Uma chance final de falar
E eu deixaria tudo guardar
Se eu pudesse ao menos dormir

Ei você
Você poderia me mostrar
Apenas um sinal
Ou um aviso
Que apesar de tudo
Todo estes anos
Que você me conhece
Eu não estou apenas
Matando tempo

E enquanto eu me deito ali na noite
Construindo castelos no ar
De álibis e todas aquelas pequenas mentiras
E então eu olho para dentro
E rezo para que eu não me importe
 
Nessa noite linda que sinto tao sozinho, dedico essa musica a voce Fenix distante, morango da minha vida

domingo, 13 de novembro de 2011

Nau a deriva

Eu Nau a deriva, eu sou barco solitário e perdido na imensidão do oceano profundo da vida, eu sou barco velho de guerra que não sabe ir onde ir lutar sem um mapa para me orientar eu apenas navego pelos dias, lembrando-se das ondas do ontem, das praias lindas onde naveguei dos dias em que o porto sol batendo no meu rosto fazia sentido.
Eu sou Nau a Deriva, eu sou um barco e capitão, eu controlava a chuva eu cruzava as barreiras eu lutava contra tudo e todos e agora estou à deriva.  A tempestade do amor eu enfrentei para encontrar meu porto seguro, mas os raios da rejeição incendiaram as velas dos meus planos, os tsunamis das mudanças me acertaram em cheio e agora estou ferido cansado e feito em pedaços.
Eu sou a nau Deriva implorando para estar de volta à vida, eu capitão pronto para corrigir os erros dos meus canhões da indiferença que já mancharam tantos que eu amo, eu sou nau a deriva e faço parte do oceano, eu quero fazer sentido a o que eu sou, eu quero encontrar a terra firme, mas sem nunca me despedir das estrelas, sem nunca me despedir da minha essência, eu quero defender os que esperam minha proteção, eu quero rebocar quem espera meu auxilio e afundar as derrotas, mas eu perdi o vento da vontade e a estrela polar da razão, e agora sou cego e agora sou medroso e uso o veneno covarde da raiva para me defender
Eu sou Nau a deriva, no meu horizonte não a um farol a me guiar, mas sim uma neblina de duvidas a me desorientar. Eu espero sem esperar, as pessoas não me impressionam mais, os sorrisos não me encantam mais, meu coração esta salgado pela agua salgada do mar e carrego dentro de mim um monte de sentimentos bem trancados dentro de baús, eles são meus tesouros, as lembranças felizes e ruins são lastros que em dias bons me fazem ficar mais pesado e em dias ruins me fazem ficar leve, minha fé é meu casco que mesmo rachado e cheio buracos ainda me mantem navegando e rezo para as correntezas do tempo me leve para algum lugar, espero que no meu horizonte ainda surja luzes para me motivar...


quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Sentado à Beira do Caminho

Roberto Carlos

Eu não posso mais ficar aqui
A esperar!
Que um dia de repente
Você volte para mim...

Vejo caminhões
E carros apressados
A passar por mim
Estou sentado à beira
De um caminho
Que não tem mais fim...

Meu olhar se perde na poeira
Dessa estrada triste
Onde a tristeza
E a saudade de você
Ainda existe...

Esse sol que queima
No meu rosto
Um resto de esperança
De ao menos ver de perto
O seu olhar
Que eu trago na lembrança...

Preciso acabar logo com isso
Preciso lembrar que eu existo
Que eu existo, que eu existo...

Vem a chuva, molha o meu rosto
E então eu choro tanto
Minhas lágrimas
E os pingos dessa chuva
Se confundem com o meu pranto...

Olho prá mim mesmo e procuro
E não encontro nada
Sou um pobre resto de esperança
À beira de uma estrada...
Preciso acabar logo com isso
Preciso lembrar que eu existo
Que eu existo, que eu existo...

Carros, caminhões, poeira
Estrada, tudo, tudo, tudo
Se confunde em minha mente
Minha sombra me acompanha
E vê que eu
Estou morrendo lentamente...
Só você não vê que eu
Não posso mais
Ficar aqui sozinho
Esperando a vida inteira
Por você
Sentado à beira do caminho...
Preciso acabar logo com isso
Preciso lembrar que eu existo
Que eu existo, que eu existo...